Agora é pra valer. Junto com o lançamento do novo iPhone3G vem o deployment do firmware 2.0. Mais uma vez todos os blogs despejam informação de detelhes técnicos sobre as novas funcionalidades, sobre a presença de GPS, o chipset 3G, cores, 0.2 polegadas a menos, enfim muita informação que não diz quase nada de fato.
Mas vamos ter uma pequena palavrinha sobre a menina dos olhos desse lançamento: o software. O novo FW 2.0 permite a utilização de software de terceiros, gratuitos ou não. Mas um item que passou despercebido, parecendo uma mensagem focada a desenvolvedores, foi o "Push Notification Service". Claro que se trata de uma solução inteligente e pratica para que os desenvolvedores se comuniquem com seus softwares sem consumir capacidade do equipamento. Porém em uma frase secundária e despretenciosa está algo poderoso: "...we will mantain a persistent IP connection right with the phone.". Isso significa que independende de qual software há instalado em seu aparelho, inclusive jogos, e haverão muitos jogos, tudo passa pela Apple.
Poderoso não? Pensem na criação de perfis de usario baseado em jogos, aplicações, ofertas geo ativadas, uma infinidade de aplicações relacionadas a serviços.
Ainda assim, no momento em que escrevia esse blog, um diretor da área de negócios OEM da empresa onde trabalho (não divulgarei o nome para evitar problemas, mas é uma grande empresa americana de TI), me perguntou se eu não achava que foi uma atualização leviana pois não apresentaram nenhuma solução relacionada ao CopyPaste e a utilização so Bluetooth. Leviana? É mais do que óbvio que a Apple não quer que o usuário compartilhe conteúdo que não passe por uma solução própria, basta assistir (e procurar entender) o keynote de abertura da WWDC de 2008, a Apple ainda tem muito a crescer, porém na contramão de um mundo que busca soluções abertas, comunidades, produção por peers, a própria não apenas se mantém fechada mas também nada de braçada contra a maré, com um sucesso de mercado que eu diria, nada menos que Microsoftano :D.
Namasté.
UPDATE:
Parece que afim outras pessoas estão começando a se preocupar também: http://www.ziphone.org/2008/06/im-worried.html
Pra quem não conhece o Zibri (o cara) nem o ZiPhone (o soft), é o mais popular unlock de iPhone por ae.
Terça-feira, 10 de Junho de 2008
Behavior profile.
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Daniel
às
14:21
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Marcadores: Behavior Targeting, In Game Advertising, iphone, Mobile, Perfil de usuário
Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007
Casual Games: Jogos Divertidos para Diferentes Idades
Olá Addicteds,
Antes de mais nada eu queria agradecer a todos que participam deste blog, em pouco mais de um mês, o In Game ad.Diction bateu os 1.000 page-views e está quase com 1.000 visitantes únicos, os feeders ficam indo e voltando, simplesmente acho esse contador totalmente maluco, mas já estamos com um bom número de assinantes tbm. Obrigado Addicteds! Espero que estejam gostando e vamos opinar mais, pq é como eu sempre digo, falem mal, mas falem de games!!!
Abaixo eu começo o primeiro post de uma série de não sei quantos que falará sobre apenas um assunto. Para quem não sabe, eu trabalho no site Atrativa e foi aqui que eu me identifiquei com um universo que eu já conhecia há algum tempo, os games, mas me embrenhei em suas profundezas e num patinho feio, que se torna um Cisne, chamado Casual Games.
Então sem mais delongas e lero lero:
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Como já falei anteriormente muitas vezes, os jogos casuais estão tomando uma força absurda, decorrente de uma geração que cresceu jogando videogames e que hoje não tem mais tempo para perder horas matando monstros e salvando princesas e principalmente com mulheres estressadas com o dia-a-dia profissional e que querem desestressar, sendo assim nada melhor do que entre uma hora de descanso e outra, se divertir um pouquinho.
E foi aí que o mercado de games, após um bom tempo em uma rua sem saída, descobriu uma mina de ouro: a família.
Mulheres, crianças e jogadores que não sabem jogar coisas complicadas, mas que tem vontade, são um vasto mercado para se deixar de fora, e era isso que estava acontecendo. Os videogames de uns tempos atrás, estavam praticamente como uma notícia do Jornal Nacional, com matança, sanguinolência, roubo, morte, tiros, mas é a mais pura verdade. Quantas vezes você ouviu de alguém mais velho que achava um absurdo um jogo como o GTA... Essas pessoas jamais jogariam em um console que permitia esse tipo de jogo e não deixariam os seus filhos jogarem e fariam a pior coisa para uma estratégia de marketing... Contariam para seus amigos.
Então, tentando atingir um público esquecido e que não investiam em diversão eletrônica, grandes empresas voltaram seus olhos e falaram. Agora chega!
Além dos jogos casuais online, uma das maiores representantes no mundo dos videogames de nossa infância, percebeu que poderia se lucar muito com jogos baratos e simples. E assim surgiu o Nintendo Wii, não estranhe se a sua mãe, quando vc pedir um XBOX 360 ou um PS3 chegar e te der um Wii e mais... começar a jogar com vc.
Alguns dados
•A GameStop, maior loja especializada em games do mundo, planeja implantar em suas quase 5 mil unidades setores especiais para o público casual.
•Segundo dados da DFC Intelligence, o mercado de jogos casuais deve crescer de US$ 281 milhões, em 2006, para US$ 1,15 bilhão em 2011.
•As maiores produtoras de games como Electronic Arts, Ubisoft e Take Two já contam com seus selos voltados ao público casual.
•Entre as plataformas escolhidas para os investimentos destacam-se o telefone celular e os videogames da Nintendo: o líder de vendas Wii e o portátil DS.
Posts Relacionados: Crescimento dos Jogos Casuais / O que o seu Chefe/Funcionário anda fazendo? / Casual Games: Uma Diversão Familia
Postado por
Guilherme Loureiro
às
13:29
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Marcadores: Casual Games, Perfil de usuário, Pesquisas
Terça-feira, 2 de Outubro de 2007
Casual Games: Uma Diversão Familiar!
Olá Addicteds,
No Brasil eu ainda não sei a força dessa pesquisa que eu vou falar agora, mas sei que com certeza em mais alguns poucos anos, estaremos tão fortes quanto os EUA ou Europa, devido a diversas movimentações de empresas como a Atrativa que trazem os mais novos jogos casuais para todas as gerações.
Foi constatado que os jogos online, também chamados “casual games”, não só estão mais populares entre os usuários de internet como são capazes de unir pessoas de diferentes gerações de uma mesma família e em reportagem feita pelo New York Times, estima-se que os jogadores de games de ocasião, serão responsáveis pelas festas de fim de ano, representando um acréscimo de US$ 13 bilhões no faturamento da indústria dos games, uma quantia extremamente considerável, sendo esse um ano repleto de Wiis, XBOXes e PS3s.
A editora de jogos casuais PopCap Games, criadora do conhecido "Bejeweled", estima que mais de 200 milhões de usuários de internet em todo o mundo acessam mensalmente games de ocasião de jogador único (singleplayer). Em um levantamento, realizado com mais de 2.200 usuários de internet nos Estados Unidos, a PopCap Games constatou que um terço dos participantes têm filhos ou netos menores de 18 anos que se divertem com games online, sendo que mais de 80% dos entrevistados jogam na companhia dos parentes - em geral mais novos.
O levantamento revelou ainda que estes games são mais populares entre pessoas de 40 a 59 anos (58%), e entre mulheres (79%), resultado que questiona a crença de que jogos atraem apenas o público jovem. Os games de ocasião mais procurados da internet são os tradicionais jogos de tabuleiro e de cartas (29%), como Xadrez, damas e "Mahjong"; de estratégia (17%), como o Sudoku, e de ação (16%), como o "Diner Dash".
Quando eu jogava videogame, minha mãe e meu pai simplesmente não entendiam os controles complicado ou não gostavam dos jogos que eu jogava. Com apenas alguns cliques e instruções que cabem em uma tela, os jogos casuais se tornaram muito mais do que um passatempo, hoje podemos considerá-los uma diversão familiar!
Postado por
Guilherme Loureiro
às
08:04
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Marcadores: Casual Games, Perfil de usuário, Pesquisas
Terça-feira, 11 de Setembro de 2007
Relacionamento e Publicidade nos Jogos Online
Olá Addicteds,
Falar de relacionamento em jogos online é ter que falar de “comunidade” e falar de comunidade nesse meio, não pode faltar duas palavras que têm aparecido muito na mídia... Second Life!
Um estudo da Nottingham Trent University que foi publicado no US Journal CyberPsychology and Behavior, mostra que 75% dos usuários que jogam MMORPGs (Massive Multiplayer Online RPGs) fazem amigos no mundo virtual e quase a metade deles se encontra efetivamente no mundo real. 10% desenvolvem relacionamento mais intimo com alguém que conheceram através do jogo e as mulheres mais do que os homens tendem a se sentir atraída por outros jogadores.
Então, para quem achava que os gamers de RPG são introvertidos, nerds, geeks e tantos outros adjetivos, pode ir tirando o cavalinho da chuva, esse tipo de game, transformou os sites de relacionamento em algo totalmente ultrapassado. Eu cheguei a ler uma notícia de um casamento que foi celebrado tanto no mundo virtual de um jogo de RPG como no mundo real, além desse também teve uma grande movimentação no mundo GLS, pois aconteceu o primeiro casamento entre lésbicas no mundo virtual.
E tal casamento aconteceu no maior exemplo da atualidade de comunidade e relacionamento o Second Life. Para quem não conhece esse mundo virtual, o Second Life é um universo criado pela Linden Labs, onde vc pode ser o que vc quiser e interagir com outros usuários e ainda mais... fazer compras, vender objetos, quase tudo que você pode fazer no mundo real.
Com toda essa febre e com mais de 9 milhões de usuários, sendo o Brasil o 2º no Ranking, não é a toa que grandes empresas e agências de publicidade voltaram seus olhos para esse mundo. O jogo abriga desde o ano passado, dúzias de empresas reais que construíram suas sedes virtuais, com finalidade de promover produtos como carros ou filmes, e até mesmo refrigerantes, acreditando assim na sinergia entre as ações da WEB em duas dimensões para a web tridimensional (Second Life).
Até mesmo grandes universidades e faculdades estão adentrando nesse mundo. A Cidade do Conhecimento, projeto feito em parceria entre várias universidades para promover a cultura e a educação, inaugurou dia 28/08 um espaço no Second Life, ampliando assim o acesso desta universidade virtual.
E a convergência reversa também é um fato, a HBO pagou uma quantia de “seis dígitos”, pelos direitos autorais de um filme criado nesse mundo virtual. My Second Life: The Video Diaries of Molotov Alva (Minha Segunda Vida: Os diários em vídeo de Molotov Alva) conta a história de um homem que "desaparece de sua casa na Califórnia" e começa a postar vídeos no Second Life.
Enfim, jogo ou não, o Second Life, apesar de muitos críticos dizerem ao contrário é uma senhora ferramenta de marketing, principalmente de marketing viral e se você mídia, não pensa em utilizar esse espaço para a campanha de algum anunciante, comece, pois segundo pesquisas 70% dos usuários cadastrados e 80% dos usuários ativos têm a intenção de comprar produtos e serviços reais neste ambiente, estando entre eles livros e CDs (71%), eletrônicos (65%), roupas (51%), computadores (36%) e apartamentos (18%).
E vcs o que acham?
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Guilherme Loureiro
às
11:32
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Marcadores: Comunidades, Perfil de usuário, Pesquisas, Second Life
Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007
O que o seu Chefe / Funcionário anda fazendo?
Olá Addicteds,
Tem rolado uma pesquisa por aí sobre as pessoas que jogam jogos online no trabalho, além disso, eu mesmo enviei e vi uns 3 sites que davam dicas de como matar o tempo no trabalho e entre elas estava jogar jogos online, citando a Atrativa, sendo assim, resolvi colocar a pesquisa por completo aqui que é muito interessante.
De acordo com a pesquisa de casual games, feita pela PopCap Games, funcionários e não apenas o baixo escalão (acreditem, o seu chefe pode te xingar, mas é pq ele tem culpa no cartório) jogam jogos casuais no trabalho. A pesquisa foi feita com mais de 7.000 pessoas, sendo dessas 40% funcionários do alto escalão (gerentes, gerentes executivos, comercial, key accounts, médicos, TI, consultores,etc.)
• 14% admitiram que jogaram jogos casuais durante uma reunião ou conference call, com 65% dizendo que fazem isso pelo menos uma vez no mês.
• 61% jogam durante o almoço ou outros breaks oficiais.
• 52% jogam durante o dia quando precisam dar um tempo no trabalho.
• 19% jogam no final do dia para dar uma relaxada antes de ir para casa.
• 11% jogam no começo do dia antes de começar a trabalhar.
• 53% jogam pelo menos uma vez por dia.
• 79% jogam muitas vezes por semana.
• 84% jogam no trabalho de 15 a 60 minutos todo dia.
• 11% disseram que jogam jogos casuais durante uma hora ou mais, todo dia.
Pronto, agora vc sabe o que o seu chefe está fazendo!
...
Bem, eles tbm sabem o que vc está fazendo!
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Guilherme Loureiro
às
14:18
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Marcadores: Casual Games, Perfil de usuário, Pesquisas
Silver Surfer
Não, não é o Surfista Prateado! Este termo que começa a entrar na moda agora, está relacionado com o cabelo branco (ou azul e rosa em alguns casos) dos velhinhos que estão navegando cada vez mais na Internet.
Vencendo o medo e a desconfiança da tecnologia e até mesmo a aversão ao PC, pessoas com mais de 55 anos começam a se incluir digitalmente. Quantas vezes vc viu uma pessoa da maior idade enfrentando uma fila do
banco, ou as intermináveis filas do INSS, apenas para pagar uma conta? E outros que ficaram longe de seus filhos e netos pq esses foram morar em outro estado ou país? E para que sair de casa para comprar alguma coisa, se ele pode comprar de uma loja virtual? A internet para essas pessoas é na verdade um grande alívio e o merecido descanso.
Hoje no Brasil, aproximadamente 7,2% (2,16 milhões) dos internautas, segundo o Ibope / Netratings, são maiores de 55 anos e entre os serviços e sites mais acessados são: telefonia IP, bancos, sites oficiais como o da Receita Federal, comércio eletrônico e notícias.
Agora o que isso tem a ver com esse blog?
Na Games Convention em Leipzig na Alemanha, foi lembrado que uma fatia cada vez maior do mercado de “computer games” cabe a maiores de 60 anos. E por que isso? Grana... os Silver Surfers tem um alto poder aquisitivo, curiosidade e tempo de sobra para passar no computador.
Procurando jogos que envolvam treinamento de memória e habilidade, as mulheres Silver Surfers estão voltadas mais para quebra-cabeças e jogos de raciocínio e os homens para jogos de ação e conhecimento, como os edutainment games que ensinam sobre as Guerras Napoleônicas, 2ª Guerra Mundial, etc. Além disso tudo, os jogos multiplayers de cartas, dominó, etc. nnão só simulam aquela velha tarde no clube no salão de jogos, como também geram novas e grandes amizades.
Agora eu me pergunto... Por que a Realnetwork que é a maior empresa de casual games do mundo, quer focar as suas ações em apenas mulheres acima de 30 anos e não abranger e personalizar cada jogo casual para cada faixa etária e região?
Postado por
Guilherme Loureiro
às
06:58
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Marcadores: Games, Perfil de usuário, Pesquisas
Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007
games games ad games!

Anúncios dentro dos jogos, essa conversa é antiga (Alguém lembra do side scroller Tartarugas Ninja 2?? Lembram das caixinhas de Pizza Hut?). Conceitualmente estamos falando do mesmo impacto que a inserção dos antiquíssimos "merchandising"s nos filmes de soap operas, aliás... quem pensa um pouquinho analiticamente, logo se pergunta: "Epa, porque chama Soap Opera?" :) Sim, o conceito nasceu praticamente junto com o meio e ao longo do tempo foi se desassociando, por via do momento cultural que o mundo vivia talvez, não sei dizer e na verdade esse não é o intuíto desse post.
A questão é: Anúncios em jogos? O meio nos permite fazer algo muito maior e muito melhor do que simplesmente anunciar. inGameAd é um conceito amplo que vai além da publicidade, com um back-end bem montado, inGameAd pode ser uma plataforma de aplicação de marketing como um todo: Vou tentar exemplificar:
Um jogo é uma midia de 2 vias, então pra que usar uma só!?? Imaginem um título famoso: The Sims, acredito que todo mundo já viu ou pelo menos ouviu falar nesse simulador de vida real. Imagine que os produtos que você comprar para equipar a casa são reproduções de produtos reais, do piso da casa até os produtos eletronicos. Com a parametrização correta, é possível trazer a noção dos benefícios em relação ao custo que são esperadas na realidade dentro da simulação. E porque fazer isso? Simplesmente para ter a marca estampada em um jogo de sucesso? Não!!! Por que a partir daí, podemos transformar o jogo em uma ferramenta de marketing tão inigualável quanto divertida e poderosa. Pode-se começar a traçar perfis psicológicos de comportamento do jogador em relação ao produto, algo que é muito mais complexo e vai muito além do simples perfil demográfico, pode-se também e porque não, usar o jogo como uma plataforma de lançamento de novos produtos! Um novo sabão em pó que lava melhor, porém custa mais caro? Lance-o no jogo primeiro! É realmente o que as pessoas de um determinado perfil procuram? Um, aparentemente "simples", jogo de simulação pode nos dar uma pista sem sequer incomodar o jogador.
Esses conceitos são apenas a ponta do iceberg, claro. É possível fazer muito, muiiito mais do que isso. É possível até mesmo transformar a dinâmica do mercado de jogos por conta de ferramentas como essas. Algumas empresas já estão se mexendo e rápido, alguém aí conhece a Linden Labs? a Valve Software? até a gigante EA trata o assunto com muita seriedade.
Pensem a respeito.
Postado por
Daniel
às
11:45
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Marcadores: In Game Advertising, Marketing, Perfil de usuário, Videogame




